Querendo justificar minha ausência por estes arredores nos últimos dias, alego que se tratava do meu aniversário, sendo quase desnecessário reafirmar isso, uma vez que a maior parte das pessoas que freqüentam este blog estava ciente de tal feito. E sendo assim, aproveito para agradecer as várias ligações que recebi no dia, que acarretaram num descarrego precoce da bateria de meu celular, tendo que improvisar transferência de chamadas para o telefone lá de casa ou do restaurante dos meus pais.
Inclusive recebi ligações que me deixaram muito surpreso e feliz, como da recém-amiga Guinevere (Liliane). A ligação mais inusitada que recebi foi a do meu Personal Pizzaiolo, o Sr. Afonso, que me disse que terei direito a uma pizza gratuita quando desejar. Aproveito o ensejo para recomendar as pizzas dele, da Pizzarella, cujo telefone é 0800-856969. Na primeira vez que pedir, recomendo uma pizza mezzo Romana, mezzo Frango Especial. Solicite o cardápio para as oportunidades vindouras. Uma pizza honesta, muito boa! E se quiser modificar ingredientes, fazendo sua própria pizza (como normalmente eu faço com as sugestões do Seu Afonso), divirta-se!
Sim, mas não vim aqui falar sobre as deliciosas pizzas da Pizzarella. Se bem que falando em delícias, no meu aniversário o banquete foi Muqueca de Peixe, servidos apenas o senhor meu pai e eu, tendo tomado algumas cervejas antes. Não houve festa no sentido "pedagógico" da palavra, tendo preferido passar o dia na companhia de meus pais, na Prainha. Muitas pessoas interpretaram isso como uma "fuga". Não irei ser grosseiro com ninguém; apenas direi que a única fuga da qual gosto é a Fuga de Bach e pronto!
Em princípio, não queria fazer festa. Na noite de quarta não deu para encontrar o pessoal em virtude de minha aula na pós-graduação. Aula para a qual acabei nem indo por causa de um pequeno "acidente de percurso": de tarde fui com o senhor meu irmão assistir a "Gangues de Nova York", e fomos surpreendidos pelo adiantar da hora em que a exibição do filme foi concluída. Então partimos na companhia de sua senhora para o Parque Recreio das Seis Bocas, onde comemoramos ao nosso próprio estilo: regados por iguarias da culinária brasileira ao melhor estilo "rodízio de churrasco".
Mesmo assim, tenho sido impiedosamente bombardeado desde terça-feira (e até antes) com questionamentos sobre onde e quando terão lugar as comemorações de meu natalício. Dessa forma, pegando carona no aniversário da minha amiga Luciana Rodrigues, que está sendo gratificada no dia de hoje com as felicitações de pessoas queridas (inclusive minhas: Feliz Aniversário!!!), a comemoração será realizada no estabelecimento mais recente da "franquia" Picanha AModa, situado na Av. Santos Dumont, esquina com a Rua José Vilar (referências: segundo quarteirão após a Barão de Studart; quarteirão anterior ao BankBoston, ou duas quadras antes da Santos Dumont virar uma via de mão dupla), a partir das 20:00h. Sintam-se todos convidados. E como não fui agraciado com pequenos pertences de ordem material, é imprescindível que me tragam presentes! Não gosto de ser bajulado, mas posso abrir uma exceção vez ou outra. :-)
Mais uma vez não fui ver The Singles na Órbita, pela quarta semana seguida! E considerando que o próximo final de semana já será carnaval, prorrogar-se-á em mais uma semana a minha diversão sagrada semanal. Também considerando que na manhã deste domingo tive que ir ao Pici fazer a prova de admissão às Casas de Cultura da UFC, partindo em busca do meu Tri-Campeonato na Cultura Alemã (passei duas vezes no concurso mas acabei abandonando, nas duas vezes, ao longo do primeiro semestre), em tese eu nem pretendia sair de casa na noite de sábado.
Em tese, porque na noite de ontem aconteceu o Baile de Formatura da Turma do Centenário da Faculdade de Direito da UFC (um nome pomposo para muita propaganda de quase nada). E alguns convites acabam sendo irrecusáveis. No caso, convites da minha amiga Ana Amélia e do casal Arthur Maximus e Ana "Jogette". E se você passou em direção ao Dragão do Mar e viu um doido andando no calçadão da Praia de Iracema de terno por volta das 22:00h (e também às 01:45h da madrugada do domingo, no retorno), tratava-se de mim mesmo próprio aqui. Uai, eu moro relativamente próximo ao Ideal Clube, então por que iria me estressar em procurar vaga pra estacionar carro num local praticamente sem estacionamento? Preferi andar cerca de quatro quarteirões a mais do que a maior parte das pessoas que procuraram um local para parar o carro nas redondezas.
Sim, mas nada mais conservador do que uma festa de formatura do Direito no Ideal Clube, viu? Com direito aos formandos homens se fantasiando de garçons (ou seja, de smoking), só para que eu não me sentisse tão mal com a mesma palhaçada na minha própria formatura.
O melhor da festa foi ficar batendo papo com pessoas queridas, cumprimentando formandos do meu apreço e verificando que a festa também se tratou de uma prévia do Primeiro de Junho, data tradicional na minha vida: o Aniversário do Colégio Militar de Fortaleza. Tinha tanto ex-aluno na festa que até quando a Josy veio me apresentar seu novo namorado, eu sorri e disse:
[eu] - Olha só! André Studart!! Parabéns, rapaz! [ele] - Obrigado, Germano! [ela] - Vocês já se conhecem? [eu] - Claro! Ele é ex-aluno... :-) [ela] - Ahnnn... [eu] - E aí, doido? Tem notícias de Betina? [ele] - Cara, falei com Tina ontem! Ele já começou o curso do Damásio lá em São Paulo (...)
E assim a conversa se prolongou por mais alguns segundos... Ah, Betina é nosso amigo Roberto (sim, amigo do sexo masculino...), carinhosamente apelidado com tal alcunha, graças a uma novela das oito chamada "De Corpo e Alma", na qual a personagem da Bruna Lombardi morria e seu coração acabava doado para salvar a vida de alguém, o que resultou numa chatice sem tamanho com o mala do Tarcísio Meira procurando mundo afora pelo "coração de Betina", e que também resultou na baixa de Daniela Peres, morta pelo Guilherme de Pádua, também ator nessa novela.
Mas esta tem sido a tônica das últimas festas de formatura por onde andei. Parece até aqueles seminários profissionais que possui uma temática principal com vários eventos paralelos simultâneos. E reunião involuntária de ex-alunos do Colégio Militar, de uma forma ou de outra (ou seja, por bem ou por mal), sempre acaba em festa... por bem ou por mal!
Votei pra casa cedo, por volta das 2:00h, e ainda enrolei até umas 3:00h pra dormir. Acordei 6:20h, tomei banho, comi alguma coisa, saí pra buscar a Mirella e fomos ao Pici fazer a prova. Agora está tudo bem. Falta só me inteirar das fofocas da noite de ontem, pois em toda festa de formatura que se preze há pelo menos uma briga ridícula ou então vários momentos embaraçosos de pessoas ébrias... igualmente ridículos.
O caso: mais uma estranho resultado de pesquisa do Google
E eis que o Google trouxe alguém a este blog que curiosamente pesquisava por "+ cachaça no Ceará". Beberemos, então! :-)
PS: Sinto-me tão pressionado a acreditar que Raphael "Ponto G" é o autor de tal pesquisa... Macho, pára de pesquisar por estas coisas no Google! Bebamos no mundo real que é mais trágico! :-)
O caso: últimos acontecimentos como motivo da ausência prolongada
Sei que ando um tanto afastado deste blog, mas desde terça-feira tenho andado um tanto agitado.
Naquele mesmo dia, fui de tarde com a Aninha ao Pici buscar os nossos cartões de inscrição para o concurso das Casas de Cultura, e lá ela viveu o "Momento Murphy do Dia" ao passar quase uma hora para descobrir que a Universidade Pública havia lhe batizado como "Na Lídia" e porque o sistema estava fora do ar com este nome ela continuou... E esse atraso todo melou nossos planos de ver novamente "O Filho da Noiva" no Dragão do Mar, o que, por tabela, ainda fez o PêA dar uma viagem em vão até a Praia de Iracema... Bem, pelo menos não foi assim tão em vão, pois ele acabou encontrando a Luana, que havia levado um bolo da Mariana. Ou seja, Murphy imperou impiedosamente (dá-lhe cacofonia!) nos encontros de terça-feira.
Na quarta pretendia resolver um monte de coisas com rapidez para ir na casa do meu bom amigo Fernando Veras, atendendo ao seu ultimato, para jogar no PlayStation 2 sua última aquisição: um jogo baseado em "O Senhor dos Anéis". Só que foi a vez de que eu levasse um bolo, o que acabou resultando na minha antecipadíssima chegada na Unifor, por volta das 15:30h, o que me rendeu uma proveitosa tarde de estudos até o início da minha aula na pós-graduação às 19:00h. Ainda pensei em sair da aula e ir ao PV para entrar na hora do pobre, mas pela hora que saí da aula não daria tempo. Acabei ouvindo o finalzinho do jogo do Fortaleza pelo rádio mesmo.
Quinta pela manhã eu acordo muito bem, entro na Internet, fico conversando com a Liliane, quando percebo que meu celular estava chamando, na verdade vibrando porque eu o havia esquecido neste estado na noite anterior. Era perto de 9:40h da manhã, e a Bia me ligava da FIEC perguntando se eu havia esquecido a reunião que eu mesmo havia marcado para 8:30h do mesmo dia... Com o celular no silencioso, obviamente não fui alertado sobre a reunião. Então saio na pressa por volta das 10:00h, justamente no horário em que a chuva engrossa para brincar de canoagem na Av. Barão de Studart e adjacências. Chego completamente molhado, da mesma forma como volta meu carro (por dentro) depois da reunião.
E justamente na tarde de quinta, quando planejava estudar (ao contrário de quarta), o clima e o estresse da manhã me fazem passar o tempo inteiro deitado, vendo TV, sem disposição até mesmo para vir aqui escrever alguma coisa. De noite bate um mal-estar, uma sensação incrível de improdutividade, o que acabou melhorando bastante por ter saído com a Carol (que também não estava muito bem) para comer no Cocbambu. E quando voltamos ainda ficamos conversando por algum tempo no MSN, primeiramente com a participação da Mirella, até que resolvemos dormir.
Sem contar que ontem eu recebi um e-mail de um suposto funcionário de um banco no Togo (exatamente: um país da África) querendo que eu participe de um esquema fraudulento para desviar um também suposto crédito de cerca de 15 milhões de dólares, dos quais eu faria jus à 30%. Comprei a "brincadeira", mas como não sou fominha, envolvi o FBI, o Serviço Secreto norte-americano e o Ministério das Relações Exteriores do nosso governo em busca de autoridades togalesas para participarem comigo da repartição do meu lucro fácil. E então banquei o detetive ontem.
E foi exatamente bancar o detetive que acabei fazendo até pouco tempo nesta sexta-feira de novo, em outra situação, graças ao meu amigo Eduardo Ponte, também meu "cliente" num processo em um juizado especial, na busca de um executado cujo estabelecimento comercial desapareceu sem maiores vestígios. Mas acabamos encontrando a residência do sujeito, cuja empresa é registrada em firma individual (ou seja: fudeu-se!), e acabei de preparar uma petição que será acompanhada de informações da Junta Comercial do Estado do Ceará e da Delegacia da Receita Federal informando o endereço do sujeito para que o oficial de justiça vá lhe fazer uma cordial visita, com direito a penhora forçada do que lhe bem entender depois.
E é por causa de tudo isso que eu tenho andado um tanto ausente deste blog. Espero que você, meu leitor e amigo, possa compreender minhas razões, já que eu não me canso de lembrar que no Colégio Militar era vigente a velha máxima de que os fatos "explicam, mas não justificam". :-)
É isso aí: no próximo pleito eleitoral, transferirei meu título de eleitor para Fortaleza e serei candidato a vereador.
Ontem a tarde eu cheguei no fórum por volta de 16:00h só para fazer carga de um processo e tirar cópia da sentença de extinção de um outro, e mesmo assim somente consegui olhar o primeiro processo pouco mais de 17:10h! De cara encontro antes da rampa de subida o velho Assis Aderaldo, colega bem mais velho e amigo do meu pai que acabou por concluir o curso na mesma época que eu. Conversamos sobre carnaval na Prainha e outros fatos ainda menos relevantes.
E ao subir a rampa, já chegando na entrada do fórum - parece até brincadeira! - eu me encontro com o Rozendo e o Ricardo, que também se formaram na mesma época que eu e que movimentaram de forma mais marcante todo o protesto contra a OAB na época em que anularam nosso concurso sob a suspieta de fraude. Além de nós três, uma outra pessoa que atuou de form severa naquela oportunidade foi Luiz Olímpio... e eis que o cidadão aparece como por uma mágica saindo do fórum! Conversamos um bom tempo sobre as adversidades daquele preíodo e como tudo acabou em pizza mesmo... quer dizer, até onde sei sequer acabou, quanto mais em pizza.
E já dentro do recinto, vou me encontrando com uma pessoa atrás da outra, tudo isso enquanto tento chegar em tempo às 3a. e 4a. Varas da Fazenda Pública para acompanhar os processos que pretendia. Isso tudo porque hoje eu raramente ando no fórum! Imagine se eu andasse praticamente todo dia, como fiz de 2000 até meados do ano passado!
Aliás, naquela época ir ao fórum, a despeito de ser um enchimento de saco no aspecto profissional, era uma das melhores coisas, no campo do bate-papo e da diversão. E eu ainda tenho saudades da época em que alguns amigos e eu quisemos montar um esquema de aposta no Tribunal de Justiça quando colocaram um gigantesco monitor de vídeo no qual aparecia a distribuição dos processos. Ir ao TJ seria tão divertido como ir a um Jockey Club. :-)
E depois de tamanha popularidade, já vi que minha campanha, pelo menos, possuirá um bom número de pretensos apoiadores. Só me falta mesmo o patrocínio da iniciativa privada via Caixa Dois para distribuição de brindes e favores públicos, porque se eu virar político terá que ser no esquema profissional, é claro!
O que era para ser um final de semana calmo e que iria agitar progressivamente acabou sendo o contrário.
Na sexta, eu nem pretendia sair de casa, mas então o senhor meu irmão me ligou e combinamos de ir ao Dragão do Mar ver um filme. Acabamos vendo O Filho da Noiva, que acabou se revelando um agradabilíssimo filme. Recomendo-o com louvor. E saindo do cinema, na companhia de um primo nosso e ainda esperando minha cunhada chegar, tomamos cinco cervejas no Bar do Avião, dirigindo-nos para o Buoni Amici's para uma já tradicional pizza metade frango/catupiry/tomate seco, metade peperoni/bacon/palmito. E como já estava próximo da meia-noite e meu carro estacionado vizinho a Órbita, despedi-me dos familiares e adentrei naquele recinto. Comprei algumas cervejas, fui bem recebido pela irmã do Carlos Júnior que lá atendia, revi antigos amigos dos tempos de A Confraria na Faculdade de Direito (Marcos Rodrigo e Adriano), encontrei-me com Gabriel Ramalho que jurava que Pedro Henrique também estava por lá, jogamos sinuca (sim, eu joguei sinuca) e eu saí de lá completamente ébrio, como costumo fazer nas ocasiões menos apropriadas.
Então acordo na manhã de sábado um tanto atordoado, esperando pessoas que viriam à minha casa para um campeonato de futebol no vídeo game. Desenterrei o primeiro CD do The September When e bati um papo com Marinetes no ICQ. Depois passei o dia todo para descobrir que eu realmente sou torcedor do São Paulo, pois em duas rodadas eu fui o campeão absoluto nos pontos corridos mas acabei perdendo na final. Depois disso, descubro que João Gabriel não vai pra Órbita, Luana não me liga como havia prometido e eu, que havia saído de casa rapidamente para tirar dinheiro no banco e encontro os caixas eletrônicos desligados ainda antes das 22:00h, resolvo ficar em casa... ao para, momentos depois, receber uma ligação de meu amigo Eli que me incita a concordar ir pra Órbita com ele. Só que como Murphy é o regente universal de meu destino, Eli estoura uma bolha no pé graças a um racha de futebol (este de verdade) e restou impossibilitado de sair de casa.
Mas pelo menos de uma coisa ter ficado em casa nesta noite de sábado me serviu: acabei de ver um dos quadros que mais deu errado no Saturday Night Live, pois como o programa originalmente é ao vivo, nesse quadro o povo começou a rir e quase que não conseguem mais terminar a piada. Estavam Will Ferrell e Rachel Dratch numa banheira de hidromassagem com o Jimmy Fallon, depois chegando a Drew Barrymore, que era a apresentadora deste programa. Foi hilário ver as pessoas rindo, algumas vezes descontroladamente, porque eu sempre tive uma atração inexplicável por bloopers, ou erros de gravação nos quais todo mundo começa a rir.
Neste domingo, que deveria ser o dia mais agitado do fim de semana, em face à final do primeiro turno do Campeonato Cearense entre os óbvios Fortaleza e Ceará, jogo do qual deverei sair do Castelão diretamente para a esbórnia comemorar, começa com uma monotonia assustadora, dando-me inclusive vontade de não ir mais ao jogo, a despeito do ingresso já comprado desde quarta-feira. E como hoje finalmente acabou o horário de verão, o horário da programação da TV voltará ao normal. Como se isso realmente fosse alterar alguma coisa na minha vida, já que o único canal que vejo é a Sony, cuja programação não altera em virtude do horário de verão já que sua retransmissão na América Latina segue direto da Venezuela.
E agora, o que fazer? Eu só me lembro de um episódio de Beavis and Butt-head, muito bem lembrado pela estranha e saudosa Frantic Lucy, no qual os dois anti-heróis vão a um bar beatnik e Butt-head acaba por encarnar o indigesto Cornholio... And then, my friend, you die!
PS: mesmo assim, estou de saída pro jogo, ainda que contra a vontade do destino...
O caso: Desafio Internacional de Winning Eleven 2002
Falando em Winning Eleven 2002, amanhã terá local em minha residência o Primeiro Desafio Internacional de Winning Eleven 2002 do PlayStation One.
Até o momento os participantes somos João Gabriel, Arthur Machado, Júlio Caesar, João Paulo Damasceno, Sérgio Ellery e eu. De todos nós, só o JP foi convocado por acidente, pois o mesmo disse que nunca jogou isso antes (e eu tava crente que o cara se garantia). O Gabriel também é iniciante, o que promete que o quente da comeptição fique entre os outros quatro mesmo (Arthur, Júlio Caesar, Serginho e eu). Digamos que somos tal qual Portugal, Itália, Argentina e França - francos favoritos! (hehehehehe!!) Os outros podem ser comparados à Turquia e à Coréia do Sul. :-)
Mas se você também é craque de bola com o controller na mão (ou joystick - é o novo!), inscreva-se no Desafio! Basta me ligar. Se você por acaso não tiver meu telefone, por que diabos iria querer participar, hein? Deixe uma mensagem aí no comentário e verei o que será possível fazer. :-)
O caso: o que fizemos para merecer a mídia televisiva brasileira?
Ontem eu verifiquei a "qualidade" de mais uma transmissão futebolística empreitada de um canal diferente dos tradicionais. Foi a vez da FOX, (sim, a FOX mesmo... aquela que passa Os Simpsons e Buffy) que está transmitindo os jogos da Libertadores, e eu tive a infeliz oportunidade de conferir Sporting Cristal X Payssandu (a despeito da vitória do time de Belém por 2X0). O narrador japonês do Winning Eleven 2002 empolga muito mais do que o cidadão que dizia narrar aquele jogo. Até o cara que narra os jogos da NBA na ESPN, com toda aquela empolgação excessiva, é melhor. Galvão Bueno deixa saudades... E eu, que morro de saudades das transmissões do Campeonato Carioca na Band, com Januário de Oliveira, comentários de Gérson e reportagem de campo de Addison Coutinho, agora tenho que aturar a FOX transmitindo futebol. Até um episódio da oitava temporada de Arquivo X é melhor do que aquilo...
E agora eu soube que a Record vai transmitir os jogos da Copa do Brasil, e o SBT resolveu transmitir a inútil Copa do Nordeste. Tudo bem, eu sou suspeito ao dizer "inútil", já que o Fortaleza não vai jogá-la... mas ainda assim, o que se diz de uma competição nordestina sem Bahia e sem os três grandes de Pernambuco (Sport, Náutico e Santa Cruz)? E eu que acompanhei a Copa do Mundo pela SporTV (todos os jogos, com exceção da Final) irei acompanhar o Campeonato Brasileiro por meio desta emissora mesmo, porque mesmo com o inconsertável problema do som, já que os técnicos nunca conseguiram regular o volume dos microfones dos narradores, que passam o jogo inteiro falando baixíssimo para, ao se exaltarem com um gol, praticamente explodir os autofalantes da TV, ainda assim é a transmissão esportiva menos ruim que eu tenho conhecimento. DirecTV, espere um ano, por favor.
Agora exemplo de cobertura de alguma coisa é da CNN (que óbvio!). Agora há pouco eu estava a acompanhar o pronunciamento do Hans Blix, e um minuto depois que o cara acabou de falar eu já recebi um e-mail da CNN informando que ele havia relatado que nenhuma arma de destuição em massa havia sido encontrada no Iraque.
Já um exemplo do que deveria autorizar a volta da censura no Brasil é o Jornal do SBT, especialmente a edição do final das noites de domingo. Vou citar apenas um exemplo, mas o conjunto da obra justifica minha ojeriza: na época do acidente com o ônibus espacial Columbia, a apresentadora disse que a velocidade da nave na re-entrada na atmosfera terrestre era de 200 mil quilômetros por segundo!!! Se ela tivesse dito 200 mil quilômetros por hora já teria sido um absurdo horrível, imagine uma velocidade dessas, algo próximo à velocidade da luz! E o Sr. Abravanel ainda acha lindo que isto vá ao ar. A partir de então, passei a não mais comprar Telesena, o que foi uma resolução inócua, visto que eu nunca comprei aquilo.
Interessante: sou assinante da Playboy. Bem, pelo menos era, desde maio de 2000. Não pretendo renovar minha assinatura. Não que eu tenha perdido o interessa na fruta (é óbvio que não!), o problema é que eu tenho uma pilha de revistas aqui em casa ainda lacradas que eu sequer abro. A Exame também está no mesmo caminho e não pretendo renovar sua assinatura.
O que eu tenho achado legal da Playboy é que, no envio das edições, as revistas vêm num saco plástico acinzentado, completamente opaco, garantindo uma espécie de "segurança" ao assinante, para que outras pessoas não saibam ou não tenham acesso visual ao conteúdo da embalagem. Isso inclusive chega a ser informado em alguma carta que a Editora Abril envia aos seus assinantes.
O fato é que todo mundo sabe que o que vem naquelas embalagens opacas é a Playboy. O que eu não entendo é porque a Editora Abril se dá tanto ao trabalho de preservar a "idoneidade" de seus assinantes, mas ao enviar os carnês de renovação da assinatura estampam um flagrante logotipo PLAYBOY de proporções gigantescas no conteúdo do envelope, que desta vez vem com plástico transparente, com uma imagem de uma fechadura e, por trás da porta, uma mulher, e os dizeres, "Quer ver mais?". E como um bondoso tiro de misericórida, logo abaixo, em letras menores, vem a mensagem, "informação importante sobre sua assinatura"...
Não me incomodo nem um pouco em que os outros saibam que eu recebo tal revista. Mas é que eu realmente não entendo o motivo de tanta reserva para, ao final, jogarem tudo ralo abaixo... Pessoal da Editora Abril: vocês cagaram o pau!
Você conhece alguma pessoa que seja cliente VIP de uma oficina mecânica? Que quando chega no local é bem recebido e cumprimentado pelo proprietário, pelo gerente e até mesmo pelos funcionários? Que oferecem café e água com um sorriso latente estampado no rosto? Que inclusive tem adesivo da oficina no carro que demonstra ser "cliente preferencial"?
Sim, você conhece: o seu amigo aqui.
Acabei de deixar meu carro na Autoland para trocar o radiador, que estava inutilizado, e fazer alguns outros serviços (trocar amortecedores do porta-malas, fazer rodízio dos pneus, alinhamento de direção, balanceamento das rodas etc.). Lá não é uma oficina exatamente "popular", considerando que na lista de clientes preferenciais o meu nome é precedido de uma juíza federal, por exemplo. Em compensação, o pessoal é sempre honesto, e como sou um assíduo frequentador e usuário de seus serviços, sempre consigo melhores vantagens no preço e no pagamento.
Bem, o que importa é que ao ter a notícia de que o Harold (meu moribundo Pointer preto) seria internado, devendo ter alta somente na manhã de quarta-feira, para realizar o transplante de radiador, eis que decido voltar para casa a pé. E a oficina não é exatamente perto da minha casa.
O interessante é que na viagem de volta (que levou cerca de 45 minutos) eu encontrei pelo trajeto pessoas que há muito não via, como foi o caso da Tatiana, que estagiou comigo no escritório do Wellington, mas que parecia estar bem informada sobre minha vida. Perguntou-me se era verdade que eu faria um novo curso de graduação, e anida me "ofendeu" sugerindo que eu estudasse pra concurso. Que piadista esta menina!
Encontrei também o Marcelo, contemporâneo de Banda de Música nos idos tempos do Colégio Militar, responsável pelas fanfarras que fazíamos no intervalos das formaturas no campo do CMF. Foi ele quem me incitou a tentar tocar trompete, o que eu realmente tentei, até chegando a comprar um, mas nunca levei adiante em respeito ao direito a um ambiente sem poluição sonora dos meus vizinhos.
E se eu tivesse voltado de táxi, seríamos apenas o motorista desconhecido e eu, numa corrida de cerce de 7 minutos. Além de economizar uns R$10,00, ainda tive duas gratas surpresas, pessoas que me são muito caras e há muito já não via. E é por isso que eu não quero que ninguém venha me buscar esta noite: vou pro Pizza Hut a pé mesmo!
Bem, o final de semana não foi muito movimentado. Na sexta a noite fui para a casa dos meus pais na Prainha e passei a noite jogando video game. E já na manhã de sábado o casamento do meu irmão, que foi relativamente rápido, vez que eram apenas alguns papéis que deveriam ser assinados pelos nubentes e testemunhas. A minha surpresa foi o fato da irmã da minha cunhada (a Elis, viu, Wallace?) também ter se casado na mesma manhã, aproveitando a presença do juiz de paz. E a surpresa de todos foi o fato dos pais das noivas terem contrariado o desejo manifesto das filhas de realizar uma festa reservada, tendo convidado pessoas que provavelmente nem eles conheciam.
Resultado: meu irmão, com sua paciência única, foi embora tão cedo acabou o filme da máquina com a qual eu registrava o evento. Fomos para o Wave dois amigos do meu irmão, o próprio com sua esposa e eu. Joguei bastante NBA Live 2002 com o Daniel, que assim como eu também já jogou basquete na vida real (só que ele chegou à Seleção Cearense e jogou torneios nacionais por alguns clubes, e eu só cheguei à Copa Batista, no banco). Destaque para a senhora minha mãe, que eu fui buscar depois das 22:00h na casa dos sogros do meu irmão, num estado de ebriedade que me deixou surpreso, porque nunca vi minha mãe trocando as palavras e com dificuldades de pronúncia. Bem, tem uma primeira vez pra tudo, não é?
E o final da noite foi na cozinha da minha casa: Raul, Daniel, meu irmão e eu tomando meio engradado de cerveja.
As novidades do domingo ficaram por conta do óbvio ululante no futebol cearense: Fortaleza e Ceará farão a final do primeiro turno do campeonato, o que me leva a pensar qual o sentido do campeonato cearense, já que o mesmo vive este eterno clichê.
O que eu não sabia é que o Chuck escolheu a tarde deste domingo para fazer sua estréia no Maracanã. O resultado não poderia ser outro: peia do Fluminense no Flamengo, por 3X0. E foi nessa hora que eu agradeci ao destino pelo fato do pé frio ter recusado meus convites para ir aos jogos do Fortaleza no campeonato brasileiro do ano passado.
É possível perceber com uma certa facilidade que as pessoas não têm mais o que fazer quando pouco mais das 16:00h você está numa loja de games no Centro escolhendo jogos para comprar e uma pessoa te liga dizendo que apostou com um terceiro o dia em que "O Chamado" entrou em cartaz e precisa da minha consultoria para informá-lo.
Eu não precisava dizer que quem estava comprando os jogos era eu (comprei Silent Hill e NFL GameDay 2003) e que quem me ligou foi o João Gabriel, apostando com o Fernando Wallace. Aliás, penso seriamente em contratar minha própria linha 0900 para prestar informações sobre filmes, música, internet e demais culturas, e eu tenho certeza que o Carlos Júnior vai ser meu usuário mais assíduo nos horários menos convencionais...
Sweet Tears - Nuyorican Soul (featuring Roy Ayers)
Há poucos instantes, a senhora que faz a limpeza/lavagem de roupa/serviços gerais aqui em casa acabou de dizer pra minha tia, "Olha, Dona Maísa, tem uma freirinha pegando um táxi lá em frente ao prédio. Feira daquelas vestidas de marrom..."
O que me deixou intrigado foi o fato de tentar entender o motivo pelo qual seria relevante à vida da minha tia saber se havia ou não uma freira entrando num táxi em frente ao meu prédio, mas há razões que a própria razão desconhece. Mas sua observação à empregada não poderia ter sido melhor (com a sutileza que é de minha praxe, inclusive): "Socorro, tu tá lavando roupa ou vendo o tempo passar na rua, hein??!"
E é exatamente assim que eu vejo o mundo ao meu redor...
O caso: condutas uniformes (estranhas) reveladoras
Esta tarde estava eu postado em uma fila do Banco do Brasil, esperando para pagar minha taxa de inscrição no concurso de admissão para a Casa de Cultura Alemã. É a terceira vez que faço esta prova, pois abandonei o curso ainda no primeiro semestre nas duas vezes anterior... eu me sinto partindo em busca de um tri-campeonato inédito!
Bem, mas voltando ao assunto: o local era uma agência do Banco do Brasil. Fila demorada, e eis que começa Sessão da Tarde. O filme: Sem Licença para Dirigir ("License to Drive", no original). E eu tentando esconder toda a minha felicidade por estar diante de uma tela de televisão na qual passa um dos meus filmes favoritos no estilo "high school teenagers". Finalmente um motivo para tornar uma demorada fila de banco algo desejável.
Meu espanto foi pela reação das demais pessoas na fila, mais jovens, mais velhas, estereótipos vários, e a maior parte delas rindo de algumas cenas. E eu fiquei feliz por causa delas - de suas reações -, e não mais somente pelo filme.
É que havia um amigo meu que me condenava por ser um "amante" dos anos 80, um eterno apreciador dos filmes fúteis norte-americanos dos quais John Hughes é o Rei. E naquela tarde, no Banco do Brasil, percebi que eu não estava tão sozinho, e pude perceber que várias outras pessoas também se divertem com os meus mesmos objetos de prazer.
Pelo direito universal de cada ser humano ter um aspecto "trash" em sua vida, sou adepto fã dos anos 80, sim! Brega ou chique, tô nem aí! Gosto dos filmes, das bandas que ali nasceram (algumas que por lá também ficaram), dos desenhos, do estilo de vida. Da década em que fui criança e na qual gostaria, sim, de ter sido adolescente, ou até mesmo um jovem adulto. E em cada pequeno aspecto dos entretenimentos que insiro na minha vida, uma pureza da década que muitos dizem fazer questão de esquecer se manifesta.
Se amar os anos 80 for errado, eu não quero o que é certo! :-)
PS: chegaram meus CDs autografados dos Los Hermanos. O "Bloco do Eu Sozinho", magnânimo, dispensa comentários. Mas o primeiro CD da banda me deixou surpresamente grato. É nisso que dá ter preconceitos bestas... agora estou descobrindo a verdade sobre esta banda. É certo que amadureceram, e até me encontro bastante ansioso pelo terceiro álbum (sai em abril deste ano). Mas o começo de carreira da banda até que me lembrou o inusitado Professor Antena, só que com uma batida mais "hardcore"...
O caso: respeito ao cliente no c* dos outros é refresco
Eu sei que o padrão de normalidade assegura que as pessoas durmam durante a madrugada, excetuando alguns casos justificáveis (uma vez na semana fazer uma farra, trabalho noturno, morar num fuso horário diferente do seu etc.), mas as pessoas parecem não se acostumar com a opção pessoal que eu fiz de dormir pela manhã, normalmente entre 8:00h e 14:00h. Claro, a maior parte delas desconhece este fato. E logo ontem, quando eu esqueci tanto o meu telefone de casa quanto o celular no modo "barulhento", ambos foram incessantemente utilizados para os mais variados fins (principalmente o incômodo do meu sono).
O que mais me chamou a atenção em todas as vezes que os telefones tocaram foram duas ligações em particular.
A primeira foi da Wládia, a gerente da minha conta no BankBoston. No final do ano passado eu pedi o cancelamento do meu limite de cheque especial, bem como do meu pacote de tarifas. Aí entrou uma cobrança de R$3,00 relativa à impressão de extrato detalhado e minha conta ficou negativa em pouco mais de R$2,00. A atenciosa gerente me ligou solicitando que eu depositasse R$5,00 para cobrir minha conta, já que a mesma estava negativa. Para não mandar a mulher ao canto merecido, fazendo com que eu saísse de casa em pleno sono da manhã para ir depositar esta vultuosa soma lá na agência, pedi para o Gustavo transferir a tal quantia para a minha conta, convertendo meu débito para o eterno lastro-cachaça a ser pago no futuro (o mesmo procedimento que utilizei ontem a tarde com o meu amigo Chuck - o agiota gente boa - na apuração de eventuais juros de um empréstimo que com ele contraí em dezembro e pagarei amanhã por meio de um depósito em sua conta).
A segunda ligação foi da Net Fortaleza, quando uma "simpática" atendente escolheu justamente a minha manhã de sono para retornar aos três e-mails que enviei nas últimas duas semanas, mostrando-se indgnada com o fato de eu ter solicitado o cancelamento do meu acesso à Internet via cabo, já que instalaram aqui no meu prédio Internet via rádio, que apesar de mais lenta irá me poupar cerca de R$40,00 mensais. A mulher só faltou dizer que não iria cancelar minha conta, ficou rindo (como quem não acredita em algo que lhe dizem), admirou-se com os valores que eu pago pela assinatura da TV a cabo (que são um tanto irrisórios em relação aos valores atualmente cobrados, já que o meu contrato é antigo - do tempo da finada RTC - e somente sofre os reajustes anuais relativos à correção monetária aplicáveis ao mesmo) e ainda fez uma piada dizendo que eu acabei "ganhando" o cable modem da empreza, já que a duração da minha fidelização (2 anos) já havia passado e eu não teria que devolver o aparelho. E isso tudo eu aguentei calado (porque eu estava com sono, principalmente).
Ao final da ligação ela me disse que eu iria pagar R$20,00 de taxa de desligamento do ponto, taxa da qual eu informei já estar ciente que pagaria (em TODAS as edições da revista mensal que a Net envia aos assinantes tem essa tabela impressa, e eu sou daquele tipo de gente que começa a ler um livro - até mesmo os didáticos de estudo - pelo prefácio). Ela riu e disse, "Nossa, você sabe de tudo, não é mesmo?"... Eu dei um sorriso cínico (que obviamente ela não pode presenciar) e somente confirmei com um "Hum-rum...", mas o que ela não soube é que eu sabia que ela era uma grandisíssima puta canalha. O respeito ao consumidor na Net Fortaleza passou foi longe!
DirecTV, se tudo der certo em breve, aqui vamos nós!!!
Quando o Sol Bater na Janela do Teu Quarto (ao vivo) - Legião Urbana
O caso: vida produtiva X internet - o eterno dilema
Neste último final de semana fui para a Prainha, o que tem sido raro, ainda mais considerando que fui na noite de sexta e só voltei no começo da noite de segunda, diretamente para a aula na pós-graduação. E é incrível como eu me sinto produtivo quando estou longe do meu computador.
Eu estudei, fiz pesquisas para minha monografia, comecei a ler um livro sobre as sete maiores descobertas da humanidade (que meu pai havia tomado emprestado antes sequer de que eu pudesse abrir a primeira página), ouvi os CDs que havia comprado no final de semana retrasado com calma, presenciei mais um show do Trio Wave (a banda de bossa nova do senhor meu pai), joguei um pouco de Golden Sun (considerado o melhor RPG até o momento para o Game Boy Advance) e, de quebra, ainda fui campeão com o Bayern München (que após o título contava com a seguinte escalação: Kahn; Mijahlovich, Maldini e Stam; Davids, Ballack, Serginho, Beckham e Zidane; Elber e Batistuta) no Winning Eleven 2002 do PlayStation.
Tudo bem, jogar videogame não foi exatamente produtivo, mas foi um passatempo como aos velhos tempos, e eu até que estava com saudades. E eu tenho que aproveitar, já que o meu PS One tem como depositário fiel o senhor meu irmão.
Mas sempre que vou passar o final de semana por lá acabo fazendo muito mais coisas do que quando estou por Fortaleza, quando os divertimentos da vida moderna (internet e tv a cabo, primordialmente) acabam por me distrair do resto da minha vida.
E no próximo final de semana vai ter outro esquema como esse, já que será o casamento do meu irmão, o Sábio, e eu não posso nem justificar minha falta com atestado médico. É claro que The Singles na noite de sábado da Órbita faz falta, assim como fará no próximo sábado, sem considerar as companhias que sempre estão a me acompanhar, mas até que estou precisando viver um pouquinho mais esse "momento família".
Em suma, o fim de semana foi ótimo. Afinal, como já disse o brilhante Tom Jobim, "morar em Nova York é bom, mas é uma merda; morar no Rio é uma merda, mas é bom". :-)
Ah, só pra finalizar: para aquele que veio me perguntar se eu tomei um certo leite da serra aqui próxima, eu só posso dizer que quem ri por último, ri melhor! O leite azedou muito pior pra ti... E como já dizia o filósofo Abravanel, "o apressado como cru". Foi mal! Hahahahahahahaha!!!